Bhagavad-Gita – A canção de Deus
Parte de uma grande epopéia escrita em sânscrito, língua sagrada da antiga Índia, contava a historia de uma guerra em família que originou-se após a morte do rei e a disputa da família dos seus herdeiros sobre o reinado.
Após diversas tentativas de assassinar a família de seu irmão mais novo, o filho mais velho do rei, que não era o seu herdeiro escolhido, declarou guerra à outra parte de família, onde o vitorioso teria controle total do reinado.
O jovem príncipe chamado Arjuna, neto do segundo filho do rei falecido vai ao campo de batalha com o grande dilema de ter que escolher entre lutar a guerra e matar seus mais reverenciados gurus, seus mais queridos amigos, parentes próximos, e muitos guerreiros inocentes, ou fugir do campo de batalhas com o objetivo de preservar a paz e a não-violência.
Krishna era primo de Arjuna e tinha parentes dos dois lados da batalha, porém concordou em ser o cocheiro da carruagem de Arjuna e nessa jornada rumo à guerra o ensinou sobre a metafísica de vida e morte, sobre a ciência da auto-realização e da consciência no Senhor.
Krishna era o oitavo avatar de Vishnu, o deus responsável pela manutenção do universo da trindade hindu: Brahma (o criador) Shiva (o transformador) e Vishnu (o preservador). Teve uma infância pastoral, assim como Jesus, mas era de família real e pertencia à casta dos Guerreiros.
Um dia um profeta escutou uma voz que previa que o oitavo filho da princesa Devaki seria a encarnação de Vishnu e mataria o rei Kamsa, que era a encarnação do demônio Kalanemi. Assim, Kamsa mandou matar todos os meninos com até dois anos de idade, a fim de evitar a profecia.
No evangelho de Mateus, (2;16), se afirma que Herodes mandou matar todos os primogênitos de Belém e dos arredores, que fossem do sexo masculino e tivessem menos de 02 anos.
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pesquisa enviada por Estevão
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